4 problemas que aparecem após a venda

Boa parte dos problemas que mais custam dinheiro não acontece na hora da compra, e sim no pós-venda.
Para você entender melhor como resolver isso, ou evitar passar, trazemos 4 problemas para você ficar atento.
Cliente contestou a compra depois de receber o produto, o que eu faço?
Isso se chama chargeback. É quando o cliente contesta a compra junto ao banco ou à operadora do cartão depois de já ter recebido o produto, e quem decide se o dinheiro volta não é o lojista, é a instituição financeira. Pode ser fraude real, quando alguém usa o cartão sem autorização do titular, ou fraude amigável, quando o próprio titular reconhece a compra mas contesta mesmo assim. Existe ainda o estorno indevido, que é diferente, quando alguém aprova uma devolução manual sem checar os detalhes da transação primeiro. Na maioria dos casos, a saída passa por guardar prova de entrega e de autenticação da compra, prontas para contestar a disputa dentro do prazo que o banco estabelece.
Vendi a prazo e o cliente não pagou, como cobrar?
Isso se chama inadimplência, e é diferente de um simples atraso no repasse do cartão ou do boleto. No atraso, o dinheiro está vindo, só demora. Na inadimplência, existe a chance real de o dinheiro nunca chegar, porque o cliente comprou a prazo e não pagou. É por isso que as soluções também são diferentes. Atraso se resolve esperando o prazo de compensação. Inadimplência pede uma régua de cobrança, com prazos e canais definidos para cada fase do atraso, e critério para saber quando negociar ou aceitar a perda.
Como saber se o dinheiro do caixa está certo de verdade?
Isso costuma ser chamado de descompasso de caixa. É quando o caixa fecha perfeitamente certo, tudo bate com o extrato, mas ainda assim não sobra dinheiro nenhum, porque "certo" ali é sobre precisão de registro, não sobre saúde financeira. A causa mais comum é o intervalo entre o momento em que a venda é registrada como receita e o momento em que o dinheiro de fato compensa na conta, que pode ser imediato num Pix ou levar mais de um mês num cartão de crédito sem antecipação. Isso só aparece de verdade quando alguém concilia com frequência, e não apenas no fechamento do mês.
Emitir nota fiscal toda venda dá muito trabalho, como resolver?
Dos quatro, esse é o único que não depende do comportamento do cliente ou do banco. Depende só do próprio processo interno, o que também explica por que costuma ser ignorado por mais tempo. Toda venda que gera obrigação de nota fiscal de serviço significa parar o que está fazendo, abrir o site da prefeitura, digitar os dados manualmente e torcer para não haver erro nem instabilidade no sistema municipal naquele dia. Repetida venda após venda, isso consome um tempo que ninguém contabiliza, até aparecer um erro de digitação ou uma nota que nunca chegou a ser emitida. Na prática, isso só melhora quando a emissão deixa de depender de alguém digitar cada nota.
4 problemas, 1 solução
Os quatro problemas parecem separados, mas têm a mesma raiz. O negócio olha com atenção para o momento da venda e trata o que vem depois dela como automático, quando na verdade não é. A saída para os quatro segue a mesma lógica, ter visibilidade e automação depois da venda, não só durante ela, e é exatamente esse o papel que a Safe2Pay assume dentro da própria plataforma que a empresa já usa para vender.
Para o chargeback e o estorno indevido, isso aparece como antifraude ativo em 100% das vendas e um status claro por transação (estornado, em disputa, chargeback aceito), para o lojista confirmar antes de aprovar qualquer devolução manual. Detalhamos como isso funciona nos textos sobre chargeback e sobre como identificar um estorno indevido antes de aprovar.
Para a inadimplência, o mesmo painel mostra em qual fase do vencimento cada cobrança está, o que facilita rodar a régua de cobrança sem depender de planilha. Isso está detalhado no texto sobre cliente inadimplente.
Para o caixa que não bate, a saída é um aviso automático que chega sozinho. Toda vez que o status de uma transação muda, o sistema manda essa informação sem precisar que alguém entre pra checar. Essa tecnologia se chama webhook, mas o que importa no dia a dia é isso, ninguém precisa mais ficar catando status manualmente. Isso transforma a conciliação de uma tarefa manual mensal em algo que se atualiza por conta própria. Explicamos essa lógica nos textos sobre conciliação financeira e sobre acompanhar o caixa em tempo real.
E para a nota fiscal, a solução já existe hoje. A emissão de NFS-e via API da Safe2Pay elimina a digitação manual, porque a aplicação da empresa solicita a nota no momento da venda, e o resultado, autorizado ou recusado, chega automaticamente, sem alguém precisar checar manualmente. Esse é o problema dos quatro com a saída mais direta e mais rápida de colocar em prática, porque não depende do comportamento do cliente nem do banco, só de habilitar a emissão. Quer saber mais sobre automatização de NFS-e? Clique aqui.
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