NFS-e: emita direto pela Safe2Pay

Atualizado: há 11 minutos
Vender é rápido. Emitir a nota, nem sempre. Se o seu negócio presta serviço, depois de fechar a venda ainda falta um passo: abrir o site da prefeitura, digitar os dados da nota à mão e torcer para o sistema não estar fora do ar bem naquele dia. Repetido venda após venda, esse tempo não entra em nenhuma planilha, até o dia em que sobra um erro de digitação, um imposto calculado errado ou uma nota que nunca saiu.
O tamanho real desse problema, em números
Não é impressão. Segundo o relatório Doing Business Subnational Brazil, do Banco Mundial, empresas brasileiras gastam entre 1.483 e 1.501 horas por ano só para calcular, declarar e pagar impostos, mais tempo do que em qualquer outro país medido pelo estudo. E o problema não é só o volume de horas, é o que sobra desse processo manual: uma pesquisa da IOB com 103 empresas mostrou que 60% já emitiram nota fiscal com algum tipo de erro, e outros 15% não tinham certeza se tinham errado, o que empurra o número real para perto de três em cada quatro empresas. Os erros mais comuns não são bobagem: divergência de NCM, CFOP ou CST apareceu em 55,56% dos casos, e erro de cálculo de ICMS-ST em 22,22%. O resultado prático foi perda financeira ou pagamento de imposto a maior em 52,38% dos casos e multa ou autuação em 9,52%, uma multa que, em situações mais graves, como a não emissão da nota, pode chegar a 225% do valor da operação. Talvez o dado mais revelador seja outro: 66,66% das empresas consultadas nem sabiam a quais penalidades estavam sujeitas, o que mostra que o risco de emitir manualmente não é só o erro, é não ter clareza do tamanho do problema até ele aparecer.
O que realmente pesa em emitir nota fiscal manualmente?
Não é só o tempo. Toda digitação manual é um ponto de risco: valor errado, imposto mal calculado, código fiscal desatualizado. São erros pequenos que passam batido no dia a dia e voltam meses depois, num fechamento contábil ou numa fiscalização, na forma de multa. E quanto mais a empresa vende, mais esse processo manual trava: a emissão atrasa, o volume acumula, e se a nota depende de uma pessoa só da equipe, a ausência dela também paralisa essa etapa da operação.
Agora dá para emitir a nota direto de onde você já vende
A Safe2Pay passou a resolver esse problema direto na origem: emissão de NFS-e via API, integrada à própria plataforma que a empresa já usa para receber pagamentos. Não é preciso contratar nem integrar outro sistema só para essa etapa. A aplicação da empresa solicita a nota pela API, no momento da venda, e o resto do processo acontece sem depender de alguém abrir manualmente o site de cada prefeitura.
Como funciona, passo a passo?
São quatro passos:
A aplicação da empresa solicita a emissão da nota pela API.
A Safe2Pay envia as informações para a prefeitura correspondente.
Depois do processamento, o XML e o PDF da NFS-e ficam disponíveis.
O resultado, autorizada ou recusada, chega automaticamente no webhook configurado, sem ninguém precisar consultar manualmente se a nota saiu certa.
A solução já usa o Padrão Nacional da NFS-e, então a empresa não corre o risco de se adequar a um sistema e, pouco tempo depois, ter que se adequar de novo ao padrão nacional.
Tem marketplace? Isso também pode virar receita
Para quem administra um marketplace, também é possível habilitar a emissão de NFS-e para as subcontas vinculadas a ele e configurar uma sobretaxa por nota emitida. O que antes era só uma dor operacional do fornecedor ou vendedor parceiro passa a virar uma fonte extra de receita para quem administra a operação.
Quer parar de emitir nota fiscal na mão e pedir a liberação da emissão via API? Fale com o time comercial e saiba mais.



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